22.4.08

Caso Isabella Nardoni - Imprensa faz a farra - Cenas dos próximos capítulos.

Julio Moreira*/Especial para BR Press
(São Paulo, BR Press) - Ontem foi a vez do Jornal da Cultura fazer uma análise crítica da cobertura do caso Isabella, entrevistando o professor Carlos Alberto Di Franco, especialista em ética da comunicação. Na entrevista, Di Franco demonstrou grande preocupação com o que ele chama de "troca do jornalismo pelo entretenimento".
Com as grandes audiências do caso Isabella, os telejornais estão deixando de fazer jornalismo e investindo em matérias apenas para continuar falando do caso, sem notícia. Matérias e mais matérias visando o Ibope. O irônico é que a entrevista com Di Franco foi ao ar logo após a matéria onde o Jornal da Cultura repetiu imagens do Fantástico do dia anterior.
Retórica
Foi também o que fez o Jornal Nacional. Quatro matérias onde o principal assunto foi a entrevista exclusiva que os suspeitos de assassinar a menina deram ao Fantástico. Quer dizer, matérias onde não havia notícia nova, apenas retórica.
Em situação pior ficou o Jornal da Record, que não tinha imagens da entrevista para repercutir. Na verdade, até fez uma coisa não muito louvável: entrevistou uma pessoa na rua desacreditando a veracidade das declarações dadas ao Fantástico.
Outra coisa que chamou atenção na cobertura do Jornal Nacional foi que as matérias do Caso Isabella agora são dividas entre os blocos e não mais agrupadas na abertura do jornal. E para confirmar a estrutura de minissérie que a TV Globo dá ao caso, no final do noticiário, uma nota dizia que nesta terça (22/04) haverá o depoimento dos avós paternos na delegacia de polícia.
Só faltou falar: veja as cenas do próximo capítulo.
(*) Julio Moreira é jornalista, diretor de vídeos e professor universitário. Trabalhou na TV Manchete, SBT e Record.

Extraído do site Yahoo

Lost - Segunda parte da quarta temporada - Seis segredos de primeira mão.


A segunda parte da quarta temporada de “Lost” estréia nos Estados Unidos nesta quinta-feira (24). E para matar a curiosidade dos fãs, o site TV Guide foi até o Havaí, onde são feitas as filmagens, para saber as novidades.

Aqui estão os seis segredos da série divulgados pelo site americano. Quer mesmo saber?
segunda parte da quarta temporada de "Lost" estréia nos Estados Unidos nesta quinta-feira (24). E para matar a curiosidade dos fãs, o site TV Guide foi até o Havaí, onde são feitas as filmagens, para saber as novidades.

Abaixo, estão os seis segredos da série divulgados pelo site americano. Quer mesmo saber? Então leia os spoilers!

1 - No episódio de estréia, que será no próximo dia 24, Ben vai liderar uma resistência contra o pessoal do cargueiro, que trabalha para o bilionário Charles Widmore. Enquanto isso, em seu flash-forward o líder dos Outros estará no deserto da Tunísia espionando um funeral no Iraque.

2 - Sawyer, Miles e Claire farão uma descoberta terrível na floresta: um cadáver e um braço cortado. Surpreendentemente, Sawyer se transformará no protetor da loirinha. Sobre os boatos de que Claire seria a próxima vítima na ilha, a atriz Emile de Ravin garante que não recebeu a ligação dos produtores confirmando sua morte.

3 - Lembra do Hurley rascunhando um iglu quando estava internado e recebeu a visita do Charlie? Após o episódio, muitos sites de fãs teceram teorias sobre o desenho, mas segundo o ator Jorge Garcia, foi uma grande brincadeira: "Eu esperava que as pessoas achassem que tinha a algo a ver com os caras falando português na segunda temporada."

4 - No episódio do dia 1º de maio, Jack vai desmaiar e ficar inconsciente na praia. Juliet terá que fazer uma cirurgia de emergência no doutor. Elizabeth Mitchell, que interpreta a personagem, avisa: "Depois de ler este episódio, percebi que Juliet ama Jack de verdade". Mesmo assim, o o flash-forward de Jack vai girar em torno da Kate. E de acordo com o TV Guide, aqueles que torcem pelo casal Jack e Kate vão ter momentos felizes.

5 - Vai haver uma expedição à cabana de Jacob. No futuro, Hurley levará uma mensagem assustadora de Charlie para Jack. E Christian Shephard vai 'estender a mão' para seus dois filhos.
6 - Os produtores da série esperam que o final desta temporada seja épico! O último episódio do quarto ano deve ir ao ar no dia 29 de maio. "No fim do episódio de 15 de maio, os espectadores vão se perguntar como raios os Oceanic 6 vão estar juntos e fora da ilha nas próximas duas horas." , diz o produtor Damon Lindelof. Mas para o alívio dos fãs ele revela: eles vão conseguir.
Por aqui, a série "Lost" é exibida pelo canal AXN, todas as segundas-feiras, às 21h.

Extraído do Site Yahoo.

Caso Isabella Nardoni - Reportagem da Revista Veja - Foram Eles

Reportagem de Naiara Magalhães, Adriana Dias Lopes, Kalleo Coura e Renata Moraes


O "monstro" que matou a menina Isabella e que seu pai, Alexandre Nardoni, em carta divulgada à imprensa, prometeu não sossegar até encontrar estava, afinal, diante do espelho. E a mulher, que também em carta afirmou ser a criança "tudo" na sua vida, ajudou a matá-la com as próprias mãos. Tal é a conclusão a que chegaram os responsáveis pelo inquérito policial que apura o assassinato de Isabella Nardoni, de 5 anos, ocorrido no dia 29 de março. A polícia está convencida de que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá combinaram jogar Isabella pela janela na tentativa de encobrir o que supunham já ser um assassinato. Para os investigadores, Anna Carolina Jatobá asfixiou Isabella ainda no carro, no trajeto entre a casa dos pais dela e o apartamento da família. A menina ficou inconsciente e o casal achou que ela estava morta. Na sexta-feira, vinte dias depois da morte de Isabella, Nardoni e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso e co-autoria de homicídio. A investigação que culminou no indiciamento do casal foi realizada por investigadores do 9º Distrito Policial de São Paulo. Ela não ficou a cargo da Delegacia de Homicídios porque se achou por bem manter no caso os policiais que a iniciaram. Com isso, ganhou-se em precisão. "Fizemos um trabalho sem pressa e sem pressão, privilegiando o aspecto técnico do caso", diz o delegado Aldo Galiano, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).
Assassinos : sob gritos e xingamentos da multidão o casal Nardoni sai para depor.

Não se sabe ainda o que motivou o crime, mas é certo que a brutalidade a que Isabella foi submetida no dia de sua morte teve início mais cedo do que se pensava até agora. Por volta das 21 horas do dia 29 de março, poucas horas depois de Nardoni e a mulher, aparentemente tranqüilos, terem sido filmados com os filhos fazendo compras em um supermercado de Guarulhos, a família compareceu a uma festa no salão do prédio onde moram os pais de Anna Carolina. Isabella correu e brincou na companhia de outras crianças, conforme imagens registradas por uma das dezesseis câmeras instaladas no edifício. Em determinado momento, como disseram à polícia testemunhas presentes à festa, a menina fez algo que enfureceu o pai. Nardoni, então, gritou com ela e lhe deu um safanão. Isabella caiu no chão e começou a chorar. Nesse momento, Nardoni, segundo as testemunhas ouvidas pela investigação, disse à filha: "Você vai ver quando chegar em casa". A ameaça começou a ser cumprida já no carro. No assoalho e no banco de trás do Ford Ka de Nardoni, a polícia encontrou marcas de sangue compatíveis com o de Isabella. Segundo os investigadores e os peritos, ela foi espancada e asfixiada pela madrasta no interior do veículo. Como sangrava ao chegar ao prédio, o casal usou uma fralda de pano para embrulhar e levar a menina desacordada até o apartamento, evitando, assim, que o sangue pingasse no chão da garagem e do elevador. No apartamento, o casal discutiu sobre o que fazer com Isabella. Por acreditarem que ela estava morta, ambos chegaram à decisão de simular um assassinato cometido por um invasor. O rosto sujo de sangue da menina foi limpo com uma toalha. Nardoni, então, cortou a tela de proteção da janela de um dos quartos e arremessou a filha para a morte. Quando foi lançada, Isabella estava viva, em estado de letargia por causa da asfixia sofrida no carro. Em seguida, o casal deu início a seu espetáculo de frieza e dissimulação.


Alexandre Nardoni, de 29 anos, sempre teve uma vida confortável. Quando era estudante de faculdade, tinha um Vectra último modelo, comprado pelo pai, e uma moto esportiva Honda CBR 900 RR (hoje avaliada em 60 000 reais). Era dono de uma concessionária de motos e fazia estágio no escritório do pai, o advogado tributarista Antonio Nardoni. Apesar de ter se formado em direito em 2006 pelas Faculdades Integradas de Guarulhos, Nardoni ainda está impedido de exercer a advocacia, já que fracassou nas três tentativas de passar no exame da OAB: em abril e em agosto de 2007 e em janeiro deste ano. Em todas as ocasiões, foi reprovado ainda na primeira fase das provas. Nardoni se apresentava como "consultor jurídico" e dizia trabalhar no escritório de Antonio Nardoni, localizado no bairro de Santana, Zona Norte de São Paulo. Mas tanto funcionários do prédio onde fica o escritório quanto um vizinho de porta do advogado afirmaram nunca ter visto Alexandre Nardoni por lá. Amigos dizem que o sustento do rapaz e de sua família ainda provinha do pai. O apartamento na Zona Norte de São Paulo em que Nardoni morava com a mulher e os dois filhos – com três quartos, piscina, sauna, quadra poliesportiva e sala de ginástica, avaliado em 250.000 reais – também foi presente de Antonio Nardoni.
Na época em que Alexandre Nardoni começou a namorar Ana Carolina Oliveira, a mãe de Isabella, tinha 21 anos de idade e fama de "filhinho de papai", como dizia, em tom jocoso, a mãe de Ana Carolina, Rosa Maria Cunha de Oliveira, que no princípio não aprovou o namorado da filha. Três anos depois, durante a gravidez de Ana Carolina, Nardoni entrou na faculdade e conheceu Anna Carolina Jatobá, com quem passou a manter um romance paralelo. Em depoimento à polícia, a mãe de Isabella afirmou que a relação com Nardoni terminou em 2003 porque ela "teve a certeza e a convicção" de que o namorado a estava traindo. Com a madrasta de Isabella, Nardoni sempre teve uma relação tumultuada. Amigos e vizinhos relatam episódios de ciúme e agressão entre os dois. Se Nardoni tinha fama de briguento, Anna Carolina é freqüentemente descrita como "esquentada". Algumas vezes, era ela quem começava a bater no marido, segundo afirmaram à polícia vizinhos do prédio em que o casal morou antes de se mudar para o edifício em que Isabella morreu. Anna Carolina, ela própria, não vinha de uma família que se poderia chamar de harmoniosa. O pai, Alexandre Jatobá, responde a nove processos na Justiça (a maioria por não pagamento de dívidas e um por furto de energia). Em duas ocasiões, em 2004 e 2005, a própria Anna Carolina prestou queixa à polícia contra o pai por lesão corporal, injúria e ameaça. Um ex-empregado de uma loja de carros que Jatobá teve em Guarulhos descreve o ex-patrão como "um homem muito nervoso".


Em depoimento à polícia, Ana Carolina Oliveira, a mãe de Isabella, disse que a filha nunca reclamou de maus-tratos por parte do pai ou da madrasta. Mas falou de dois episódios que sugerem que o casal, ao menos por duas vezes, maltratou seus dois filhos. Ambos teriam sido relatados a ela por Isabella. O primeiro dá conta de que Anna Carolina, em meio a uma discussão com o marido, motivada por ciúme, "jogou sobre a cama" o filho Cauã, de 11 meses, antes de partir para cima de Nardoni, furiosa. A criança teria começado a chorar e Isabella a acudiu. No outro episódio, Nardoni teria suspendido o filho mais velho, Pietro, de 3 anos, no ar e o soltado no chão, como forma de repreendê-lo por ter beliscado Isabella. Ainda que tenha presenciado esses episódios, Isabella não se sentia mal ao lado do pai e da madrasta. Mesmo pessoas ligadas à família de Ana Carolina Oliveira, mãe da menina, concordam que Isabella gostava do pai e da madrasta e afirmam que ela pedia para ser levada à casa deles. Isabella tinha especial afeição por Pietro, que estudava na mesma escola que ela.
Dois dias antes de Isabella morrer, a pedido dela, Pietro foi pela primeira vez à casa da irmã. Foi a avó materna da menina, Rosa Maria Cunha de Oliveira, quem contou o episódio a uma amiga. "Rosa disse que a Isa havia ficado muito feliz com a visita do irmãozinho", relata a amiga. Inicialmente, contou Rosa a ela, o pai da menina não queria permitir a visita, mas, diante da insistência de Isabella, concordou com o pedido e Pietro passou o dia na casa da irmã. Lá, sob a supervisão de Rosa, as duas crianças comeram pizza e brincaram. Isso aconteceu na quinta-feira. No sábado, Isabella foi morta. Pelo que foi possível reconstituir do crime até agora, a polícia acredita que Pietro assistiu a boa parte dos episódios que resultaram na morte da irmã. A delegada Renata Pontes, assistente no inquérito que investiga o caso, queria ouvir o menino, mas o Ministério Público foi contrário à idéia.


Ao longo do inquérito que investiga o assassinato de Isabella, a delegada Renata acabou ficando próxima de Ana Carolina Oliveira, que lhe telefona todas as noites para saber do andamento das investigações sobre a morte da filha. Nessas ligações, Ana Carolina, que poucas vezes foi vista chorando em público, cai freqüentemente em prantos. Sua mãe, Rosa, contou na semana passada à mesma amiga que chegou a sair de casa um dia desses por não suportar assistir ao sofrimento da filha, que chorava compulsivamente enquanto recolhia objetos de Isabella pela casa. "Ela disse que Ana Carolina apanhava coisa por coisa: até uma presilha da menina que estava caída na garagem", disse a amiga. Rosa contou ainda que se sente aflita pelo fato de Ana Carolina "não se abrir com os pais e os irmãos". "Ela disse que a filha não comenta o que está acontecendo ou o que está sentindo. Fala só de coisas do passado: lembranças de festas de aniversário de Isabella, dos momentos que elas passaram juntas."
Ana Carolina, que é bancária, já voltou a trabalhar. Por iniciativa da sua chefia, ela foi temporariamente afastada dos serviços de atendimento ao público e está incumbida de atividades administrativas. Entre 2004 e 2006, a mãe de Isabella estudou na Universidade Nove de Julho, onde se graduou no curso de formação específica em administração de recursos humanos. Durante o curso, além de trabalhar em empresas da área, ela vendia roupas e bijuterias para reforçar o orçamento. No início da manhã de sexta-feira, data em que Isabella completaria 6 anos de idade, Ana Carolina visitou o túmulo da filha pela primeira vez.
A polícia tenciona pedir a prisão preventiva de Nardoni e Anna Carolina. Se condenados ao final do processo, a morte de Isabella não será a única e aterradora culpa que carregarão. Eles são pais de duas crianças, cuja vida estará para sempre marcada pelas cenas a que elas – muito provavelmente – assistiram aterrorizadas.


FATO: Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acompanhados dos dois filhos e de Isabella, participaram de uma festa no prédio onde moram os pais de Anna Carolina, em Guarulhos. A comemoração se deu por volta das 21 horas no salão de festas. Em dado momento, Nardoni se enfureceu com o que seria uma má-criação de Isabella. Gritou com ela e lhe deu um safanão. A menina caiu no chão. Ainda nervoso, ele disse à filha chorosa: "Você vai ver quando chegar em casa"
EVIDÊNCIA: câmeras do prédio dos pais de Anna Carolina registraram imagens de Isabella brincando na festa. A agressão de Nardoni foi presenciada por convidados que prestaram depoimento à polícia


FATO: já no carro, de volta para casa, Nardoni e Anna Carolina começaram a espancar Isabella. A madrasta asfixiou-a a ponto de a menina desmaiar. Quando chegaram ao prédio, Isabella sangrava. O casal embrulhou a menina em uma fralda de pano para evitar que o sangue pingasse no trajeto até o apartamento
EVIDÊNCIA: a convicção de que Isabella já subiu ferida se deve ao fato de a perícia ter detectado marcas de sangue no carro de Nardoni. O DNA do sangue é o mesmo de Isabella. Também foram encontrados no carro fios de cabelo da menina com bulbos. Isso significa que ela teve os cabelos puxados com força. O tamanho das marcas no pescoço de Isabella é compatível com o das mãos de Anna Carolina. A polícia encontrou a fralda que foi usada para envolver a menina lavada e pendurada no varal do apartamento – mas ainda foi possível encontrar vestígios de sangue.


FATO: o casal entrou em casa com Isabella no colo de Nardoni. O sangue começou a pingar já no hall do apartamento
EVIDÊNCIA: a perícia detectou marcas de sangue de Isabella em vários lugares: no hall, na entrada do apartamento, no corredor, no quarto da menina e no quarto dos irmãos. Também havia sinais de sangue na sola do sapato de Anna Carolina


FATO: Anna Carolina e Nardoni iniciaram uma feroz discussão. Decidiram, então, simular um crime cometido por um suposto invasor. A polícia não encontrou indício nenhum da presença de um terceiro adulto no apartamento
EVIDÊNCIA: vizinhos relataram à polícia ter escutado gritos e palavrões proferidos por Anna Carolina


FATO: com uma faca e uma tesoura, Nardoni cortou a tela de proteção do quarto dos meninos. Antes disso, limpou com uma toalha, que depois foi lavada, o sangue que escorria de um corte na testa de Isabella
EVIDÊNCIA: a perícia encontrou resíduos de tela na roupa que Nardoni usava naquela noite e vestígios do sangue de Isabella na toalha lavada e pendurada no varal


FATO: Nardoni jogou a filha pela janela
EVIDÊNCIA: a perícia concluiu que é do seu chinelo a pegada encontrada no lençol da cama próxima à janela. Ele apoiou um dos pés na cama para lançar a filha. O buraco está a 1,60 metro de altura do chão, altura aproximada de Anna Carolina. A perícia concluiu que só alguém mais alto do que ela, como Nardoni, teria força suficiente para erguer Isabella, que pesava 25 quilos e media 1,13 metro de altura, até o buraco na tela


FATO: assim que Isabella caiu, Anna Carolina telefonou para o pai. Em seguida, Nardoni ligou para o seu e só então desceu para ver a filha caída
EVIDÊNCIA: os registros das ligações feitas pelo casal mostraram que não houve tentativa de pedir socorro médico. O resgate foi solicitado por vizinhos


FATO: Anna Carolina desceu em seguida, com seus dois filhos, e começou a gritar que o prédio não tinha segurança. Dirigiu palavrões a todos à sua volta e chamou o marido de "incompetente"
EVIDÊNCIA: vizinhos relataram a cena em depoimento à polícia


FATO: os bombeiros chegaram e tentaram reanimar Isabella. A menina foi declarada morta a caminho do hospital

Caso Isabella Nardoni - Cancelamento da divulgação dos laudos gera confusão

Cancelamento de divulgação dos laudos da morte de Isabella gera confusão
Plantão Publicada em 22/04/2008 às 15h06mGloboOnline, Globo NewsTV

SÃO PAULO - O cancelamento da divulgação dos laudos sobre a morte de Isabella Nardoni, 5, provocou confusão em torno do andamento das investigações. Isto porque os depoimentos do avô paterno Antonio Nardoni e da tia da menina, Cristiane Nardoni, haviam sido cancelados justamente por causa da divulgação dos laudos, que seria feita no mesmo horário e teria a presença dos dois delegados que conduzem o inquérito, Calixto Cali Filho e Renata Pontes, do 9º Distrito Policial. Com o cancelamento da divulgação dos laudos, seria possível ouvir Antonio Nardoni e Cristiane. Nada, porém, foi confirmado.
Advogados de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá estiveram na delegacia nesta terça, mas não falaram com a imprensa. Eles disseram que vão contestar a investigação na Corregedoria da Polícia.
Nesta manhã, o pedreiro de uma obra vizinha ao edifício London, que havia dito que o local havia sido arrombado e depois voltou atrás, esteve no 9º DP.

Extraído do site yahoo

Caso Isabella Nardoni - Promotor estranha emoção do casal na TV.


Na opinião do promotor Francisco Cembranelli, a única novidade da entrevista que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, concederam anteontem ao Fantástico, da Rede Globo, foi "a emotividade, não observada quando interrogados pelas autoridades policiais". Nos depoimentos, Anna Carolina pouco se emocionou e Nardoni chorou ao ver fotos da filha desde a infância até o laudo necroscópico.
Na TV, Alexandre e Anna Carolina disseram, entre outras coisas, que o relacionamento da família era harmonioso, que nunca encostaram um dedo na menina, que o sonho de Isabella era morar com eles e que são "totalmente inocentes". Evitaram dar detalhes sobre o dia do crime, não mencionando fatos importantes ligados à morte de Isabella que pudessem, até mesmo, servir de provas a favor deles.
O promotor Cembranelli disse que nada muda no caso com a entrevista, já que o casal repetiu a versão da negativa de autoria e comentou apenas informações periféricas, mal falando sobre o crime. Cembranelli afirmou que "eles não responderam o que a população gostaria de saber", referindo-se à indagação de como justificariam a presença de sangue no carro. A resposta foi, assim como nos interrogatórios, "não sei". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Extraído do site do Yahoo.

Caso Isabella Nardone - Uma terceira pessoa pode ser indiciada pelo crime.


A polícia pode indiciar uma terceira pessoa no caso da morte da menina Isabella Nardoni, segundo informações do programa Hoje em Dia, da TV Record. De acordo com a reportagem, a polícia estaria fazendo uma cronologia do crime para apurar quem esteve no apartamento logo após a morte da menina.
A terceira pessoa seria acusada por ter adulterado o local do crime, removendo vestígios e manchas de sangue. Um dos advogados da família Nardoni, Rogério Neres de Souza, afirmou desconhecer essa possibilidade de indiciamento e disse que o trabalho da defesa é provar que o crime foi cometido por uma terceira pessoa. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) também informou desconhecer a informação.

Extraído do site do Yahoo.

21.4.08

Algumas Telas da Exposição "Liberte a Criança" Portugal - 2006

Algumas das minhas telas nessa exposição:



"Fluxograma dos Sonhos" - Fluxo de André D'Lucca e Liliana Rosa






Em Transe - By André D'Lucca







"Helena" - Fluxo de André D'Lucca e Liliana Rosa



"Proibido Cães"- By André D'Lucca



"Luxembourg" - By André D'Lucca





"Ahhhhhhhhhhhh" - By André D'Lucca